Madalena Lobo

Teremos ficado fóbicos a emoções?

De acordo com a OCDE, no final de 2015, Portugal era o 3º país do mundo que mais consumia antidepressivos. Ora, comecemos por não ser induzidos em erro pelo nome destes medicamentos aparentemente tão populares. Sim, são receitados em caso de depressão mas a maioria tem um efeito significativo ao nível ansioso, por isso são receitados também em quadros clínicos de ansiedade e stress. Em conjunto, isto significa que os antidepressivos são consumidos como resposta à larga maioria do ...

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Costuma cantar no duche?

Sim? Nem sabe o bem que lhe faz… Mas melhor faria se integrasse um coro, nem que não cante nada de jeito. Porquê? Porque os resultados de estudos científicos a demonstrarem um elevadíssimo impacto na saúde física e emocional do canto coral se têm vindo a acumular ao longo da última década. E, o que é melhor, também já foi demonstrado que cantar em grupo continua a produzir os benefícios terapêuticos e de satisfação pessoal mesmo se as suas ...

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O cérebro e a música

A área das neurociências tem vindo a ficar progressivamente entusiasmada com o que se começa a perceber em relação ao desenvolvimento cerebral dos mais pequenos quando aprendem um instrumento musical (e vamos manter presente que a voz é um instrumento musical também!).

Dou-lhe 10 razões que o devem convencer a levar os miúdos rapidamente para uma escola de música! E talvez a levar-se a si também 🙂

 

Melhora a memória verbal e a literacia infantil

Esperem… Estão a falar de música?? Mas ...

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Há música na Psicologia

Psicólogos a falarem de música? Mas porquê?

Parece estranho, verdade? Mas a Psicologia é uma ciência que tem ramificações de estudo e aplicação em muito mais áreas do que parece – das artes à arquitectura, da medicina à economia, do marketing ao desporto, na colaboração com a física quântica em estudos sobre a consciência,… É difícil não encontrar uma área do conhecimento humano que, nalgum ponto, não tenha sobreposições de estudo.

 

Este ano, resolvemos incluir música na nossa participação no

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Ir ao psicólogo é como… Como o quê?

Uma das artimanhas do seu cérebro é que funciona por comparação. Quer se aperceba disso ou não, e sobretudo sempre que lida com conceitos novos ou que domina mal, o seu cérebro começa por encontrar qualquer outro ponto de referência que já conheça, para estabelecer as semelhanças e diferenças e encontrar uma linha de entendimento: “isto é como aquilo nestes aspectos”.

Por isso, as analogias e metáforas são tão usadas quando se ensina e todos – crianças a adultos – ...

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Deixe-se lá de querer ser feliz, sim?

Há coisas que resultam melhor se não as transformarmos num objectivo de vida. Por exemplo, será melhor estar focado em ter dinheiro ou em investir nas suas qualificações académicas e profissionais que, por sua vez, terão por resultado muito provável, destacá-lo financeiramente?

 

A felicidade é um destes temas que pode ser um tiro no pé. Porquê? Porque se estiver apostado em ser feliz – um resultado de diversas acções e uma confluência de diversos factores – cria um tipo de ...

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Diz que sim, diz que não… E então como é que eu chego a centenária?

A proliferação de estudos científicos das últimas décadas faz com que existam estudos para (quase) todos os gostos. Sai estudo que conclui que o chão é branco; sai novo estudo que diz que afinal é preto. Entre problemas de concepção teórica ou estatísticos, torna-se cada vez mais difícil sentir confiança no chão que nos sustenta.

 

A investigar um pouco o tema da felicidade deparei-me com dois estudos, quase lado a lado, um de 2011 e outro de final de 2015, ...

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O contágio da felicidade

Da Harvard Medical School chega-nos esta conclusão a felicidade é contagiosa, mas a tristeza não. E é contagiosa a um nível colectivo até 3 graus: se for feliz a sua rede relacional pode ser “infectada” até ao amigo do amigo do amigo, numa reacção em cadeia que pode ter efeito até 1 ano. A felicidade é um fenómeno colectivo!

 

De vizinhos do lado, passando por cônjuges e irmãos que vivem perto, até aos amigos e seus amigos, alguém que tem ...

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Releia lá com outros olhos o que andou a publicar…

As redes sociais alteraram tudo nos tempos mais recentes: formas de sociabilidade, noções de autoestima, abrangência de informação, facilidade de expressão social,… Não tem fim a lista de alterações profundas, sociais, psicológicas e até organizacionais que a disponibilidade e uso alargado das redes sociais.

 

E, no seu uso, criam um repositório estonteante de informação, porque aquilo que cada um publica e a forma como reage é passível de ser estudado, colocado em estatísticas de tendências e avaliado em relação aos ...

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