Facebooktwittergoogle_pluspinterestlinkedin

Catarina Cunha

Catarina Cunha

Catarina Cunha

A curiosidade pela mente e pelo comportamento humano trouxeram-me para a Psicologia. Sentia uma necessidade de compreender o mundo social à minha volta e os processos envolvidos no nosso funcionamento mental.

Inicialmente, segui uma rota mais direcionada para a investigação dos processos básicos psicológicos, e mais tarde do funcionamento social e cultural dos indivíduos. No entanto, o encanto e o desafio do trabalho do psicoterapeuta captaram a minha atenção e desviaram-me um pouco dessa rota.

De facto, o papel que o psicoterapeuta desenvolve, com cada cliente, é único e muito especial. Começando pela compreensão e pela empatia pela situação que cada pessoa vive, sentindo com ela as dificuldades que teve e tem de enfrentar, e acabando nas pequenas e grandes vitórias que conseguimos, em conjunto, alcançar. É um trabalho fascinante e uma profissão da qual me orgulho de pertencer.

Com uma formação essencialmente baseada no modelo Cognitivo-Comportamental, sempre senti a vontade de conhecer novas teorias e técnicas, que pudessem flexibilizar a minha atuação terapêutica e enriquecer o meu trabalho. Deste modo, já desenvolvi algum trabalho dentro de terapias construtivistas, tive contacto com conceitos de psicanálise durante o meu período de Erasmus na Università degli studi di Roma – La Sapienza, e neste momento desloco a minha curiosidade para o Mindfulness e as terapias de 3ª geração.

 

Licenciada em Ciências Psicológicas, pela Escola de Psicologia da Universidade do Minho, em 2010. Mestre em Psicologia Clínica, pela Escola de Psicologia da Universidade do Minho, em 2012.

Experiência clínica desde 2011, em consultas com adultos, adotando essencialmente o modelo Cognitivo-Comportamental e modelos Construtivistas (e.g. terapia narrativa de re-autoria, terapia centrada nas soluções).

Trabalho de investigação em estudos de género e LGBT, tendo feito a seguinte dissertação de Mestrado: “Perceções dos/as psicoterapeutas sobre a influência dos estereótipos de género e das relações íntimas, heterossexuais e não-heterossexuais, na disfunção erétil”.

Facebooktwittergoogle_pluspinterestlinkedin