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Rita Fonseca de Castro

Rita Fonseca de Castro

Rita Fonseca de Castro

Desde que me recordo de pensar madura e racionalmente que não ambicionei abraçar outra profissão que não fosse a de psicóloga. Não sei explicar com exactidão porquê, mas sei que foi uma vontade que me foi fazendo cada vez mais sentido, pelo fascínio que as relações humanas me suscitam. Gosto da dança que se forma na relação com o outro, do processo de formação da aliança terapêutica, de ajudar a criar um contexto propício a que o insight aconteça e a mudança se opere, da força das palavras e do diálogo, do uso das metáforas e simbologias mais significantes para cada pessoa, adaptando a linguagem e estratégias consoante o indivíduo ou família que se encontra à minha frente.

Porque desde o instante em que nascemos nos movemos em teias/sistemas de relações, acredito que é também na relação que podemos encontrar ferramentas que nos ajudam a lidar com as situações de crise ou que causam sofrimento, adquirir novas cognições, comportamentos ou formas de relacionamento, corrigir padrões disfuncionais, adquirir novas competências e optimizar o potencial que já existe, num processo de  evolução e crescimento, em direcção a formas de ser e de estar mais adaptativas.

Acredito que a Psicologia deve ser cada vez mais eclética e integrativa e que devemos, enquanto psicólogos e psicoterapeutas, investir sempre na formação e aperfeiçoamento dos paradigmas e técnicas, sobretudo se atendermos ao contexto de constantes mudanças como o do tempo que atravessamos. Só deste modo seremos capazes e estaremos habilitados a escolher a metodologia mais eficaz e adequada a cada sistema, individual ou familiar, sempre alicerçado no acordo mútuo e considerando o outro como um agente activo no processo terapêutico. Esta maleabilidade, versatilidade e capacidade de adaptação do psicólogo são, assim, dimensões fundamentais para o exercício da sua profissão, constituindo uma verdadeira “arte de lentes” – o terapeuta deve ter a capacidade de ir mudando e adaptando os seus “óculos” consoante as realidades distintas que observa.

“Uma mente aberta a uma nova ideia jamais retoma a forma inicial” (Einstein)

 

Licenciatura (Pré-Bolonha) em Psicologia Clínica pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, desde 2006.

Pós-graduação e Curso de Especialização Avançada em Terapia Familiar e Comunitária pela Associação Portuguesa de Terapia Familiar e Comunitária.

A frequentar a Pós-Graduação em Aconselhamento e Psicoterapia, na Associação Portuguesa de Terapias Comportamentais e Cognitivas (APTCC)

Curso de Avaliação Psicológica de Condutores.

Experiência profissional com crianças e adolescentes em contexto escolar e de formação profissional, intervindo individualmente, em grupo e em articulação com as respectivas famílias e agentes educativos. Intervenção comunitária e em acolhimento institucional.
Prática clínica com adultos, casais e famílias.

Membro efectivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses com a Cédula Profissional n.º 14664.

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