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Gustavo Pedrosa

Gustavo Pedrosa

Gustavo Pedrosa

Ao iniciarmos uma Terapia de Casal ou Familiar participamos numa fascinante e sinuosa viagem, permitindo-nos entrar em novos sistemas, obrigando-nos a uma constante aprendizagem e movimentação, em que, por momentos, estamos numa diferente realidade, numa família que não a nossa, experimentando novos desafios e numa procura contínua do equilíbrio único de cada família e dos seus indivíduos.

Integrar e modificar um sistema familiar leva-nos a partilhamos as experiências das relações, das suas interacções com todos que connosco se cruzam e com tudo o que nos rodeia, com o objectivo último da satisfação de um conjunto de pessoas. É um desafio incessante, que nos obriga a um empenho constante, mas que nos proporciona uma motivação especialmente alargada.
E como cada família, sua sentença, toda a intervenção tem que ser pensada e programada tendo em conta todos estes aspectos sistémicos.
Torna-se um espaço diferente, com um objectivo comum, e cria-se uma nova visão, uma nova forma de encarar os problemas.
Neste caso, quem trabalha, somos todos…
Com esta equipa vasta e profissional, podemos usufruir de uma intervenção com um objectivo também ele comum: o bem-estar de todos.
Sigo uma abordagem sistémica, enquadrando as pessoas no sistema no qual estão integradas, nas suas interacções e nas implicações culturais e na história familiar.
Simultaneamente utilizo algumas técnicas e abordagem de enquadramento cognitivo-comportamental, conhecidas pela sua eficácia e obtenção de resultados.

 

 

 

Licenciado em Psicologia Clínica, pelo Instituo Superior de Ciências da Saúde do Sul – Egas Moniz, com uma elevada componente de abordagem cognitivo-comportamental e sistémica.

Estágio curricular no Serviço de Terapia Comportamental do Hospital Júlio de Matos.

Monografia com o tema “Estratégias de Coping e Qualidade de Vida em Pessoas com Insónia”.

Pós-Graduação na Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar em “Intervenção Familiar e Sistémica”

 

O percurso profissional tem sido delineado em contextos institucionais e clínico.

Psicólogo da CEDEMA – Associação de Pais e amigos dos Deficientes Mentais Adultos.

Atendimento de Psicologia Clínica em consultório privado.

Psicólogo Clínico e Terapeuta Familiar do Espaço Saúde da Junta de Freguesia do Beato, Lisboa.

 

Cédula profissional: 10535

 

Ao iniciarmos uma Terapia de Casal ou Familiar participamos numa fascinante e sinuosa viagem, permitindo-nos entrar em novos sistemas, obrigando-nos a uma constante aprendizagem e movimentação, em que, por momentos, estamos numa diferente realidade, numa família que não a nossa, experimentando novos desafios e numa procura contínua do equilíbrio único de cada família e dos seus indivíduos.

Integrar e modificar um sistema familiar leva-nos a partilhamos as experiências das relações, das suas interacções com todos que connosco se cruzam e com tudo o que nos rodeia, com o objectivo último da satisfação de um conjunto de pessoas. É um desafio incessante, que nos obriga a um empenho constante, mas que nos proporciona uma motivação especialmente alargada.
E como cada família, sua sentença, toda a intervenção tem que ser pensada e programada tendo em conta todos estes aspectos sistémicos.
Torna-se um espaço diferente, com um objectivo comum, e cria-se uma nova visão, uma nova forma de encarar os problemas.
Neste caso, quem trabalha, somos todos…
Com esta equipa vasta e profissional, podemos usufruir de uma intervenção com um objectivo também ele comum: o bem-estar de todos.
Sigo uma abordagem sistémica, enquadrando as pessoas no sistema no qual estão integradas, nas suas interacções e nas implicações culturais e na história familiar.
Simultaneamente utilizo algumas técnicas e abordagem de enquadramento cognitivo-comportamental, conhecidas pela sua eficácia e obtenção de resultados.

Ao iniciarmos uma Terapia de Casal ou Familiar participamos numa fascinante e sinuosa viagem, permitindo-nos entrar em novos sistemas, obrigando-nos a uma constante aprendizagem e movimentação, em que, por momentos, estamos numa diferente realidade, numa família que não a nossa, experimentando novos desafios e numa procura contínua do equilíbrio único de cada família e dos seus indivíduos.

Integrar e modificar um sistema familiar leva-nos a partilhamos as experiências das relações, das suas interacções com todos que connosco se cruzam e com tudo o que nos rodeia, com o objectivo último da satisfação de um conjunto de pessoas. É um desafio incessante, que nos obriga a um empenho constante, mas que nos proporciona uma motivação especialmente alargada.
E como cada família, sua sentença, toda a intervenção tem que ser pensada e programada tendo em conta todos estes aspectos sistémicos.
Torna-se um espaço diferente, com um objectivo comum, e cria-se uma nova visão, uma nova forma de encarar os problemas.
Neste caso, quem trabalha, somos todos…
Com esta equipa vasta e profissional, podemos usufruir de uma intervenção com um objectivo também ele comum: o bem-estar de todos.
Sigo uma abordagem sistémica, enquadrando as pessoas no sistema no qual estão integradas, nas suas interacções e nas implicações culturais e na história familiar.
Simultaneamente utilizo algumas técnicas e abordagem de enquadramento cognitivo-comportamental, conhecidas pela sua eficácia e obtenção de resultados.

 

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