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Se tem pessoas sob a sua responsabilidade, já sabe que tem, também, algumas dores de cabeça! E dúvidas, muitas…

Por isso, organizámos-lhe um pequeno workshop recheado com as técnicas mais práticas do coaching aplicado à liderança. Não perca esta oportunidade de saber como usar estratégias do coaching de alto nível ao seu dia-a-dia de gestão de equipas.

Programa

  • As suas crenças e condicionamentos mentais que interferem na qualidade da sua liderança
  • Perguntas poderosas de qualquer líder que quer ser um bom coach e obter resultados
  • Tudo o que impede um líder de delegar e obter o feedback necessário para se libertar de algumas tarefas e dar maior autonomia à sua equipa

A quem interessa?

Executivos, chefias e supervisores, que necessitam de adquirir ferramentas básicas para gerirem as suas equipas, potenciando a sua autonomia, através de maior delegação e motivação.

Quem forma?

Emília Alves, Executive Coach

 

Onde?

Lisboa, com uma duração de 2,5 horas

Marque!

 

Porquê?

A mudança cada vez mais rápida leva a que as organizações se reposicionem e se reestruturem com uma maior flexibilidade e maior rapidez, com um crescente impacto na cultura organizacional, mas tendo por base as mesmas preocupações relativamente a

  • Colaboradores comprometidos e motivados
  • Equipas coesas e funcionais
  • Lealdade e flexibilidade
  • Retenção de talentos
  • Liderança

E daí que cada vez mais surge o coaching na organização não como uma ferramenta que se usa on request, mas como recurso interno, e não necessariamente um coach interno, como também já acontece, em particular nas grandes organizações.

 

Quando o coaching faz parte da cultura organizacional, ele é encarado como uma parceria entre coach e coachee e qualquer colaborador pode ser um destes elementos, na senda de acções concretas e mudança. Esta parceria tem como objetivo primordial os objetivos profissionais, com sentido, e benéficos para a organização, mas tendo como base o desenvolvimento do coachee, focado em soluções e resultados futuros bem estruturados e positivos. Tudo isto requer uma abordagem sistemática,  num contexto holístico, e que tenha em consideração os valores e a integridade dos coachees, até porque o coaching tem que ser centrado no coachee e o coach tem que partir do princípio inalienável de que o coachee tem os recursos internos e as capacidades para se desenvolver, que nunca o irá aconselhar, mas sim facilitar todo um processo de descoberta e de construção de um caminho, em que o coach terá sempre uma atitude de suporte e facilitação, orientado para acções concretas, que levam a mudança de atitude, comportamento e formação de hábitos.

Mas quem é este coach?

Um líder que tenha competências para tal; ou seja, que seja de facto um líder confiante, seguro, que apoie incondicionalmente os seus colaboradores, e que domine as técnicas de coaching, capaz de exigir responsabilidade, uma mudança a médio longo prazo, e que dê poder aos seus coachees para se tornarem no melhor de si próprios.

Marque!

 

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