No papel do cuidador

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Joana Fojo Ferreira

Joana Fojo Ferreira

Nos diferentes papéis que ocupamos na vida, há geralmente um de cuidador, quer seja profissionalmente, porque temos profissões direccionadas para o cuidado do outro, quer no seio familiar, porque cuidamos dos nossos filhos e/ou dos nossos pais ou de algum familiar doente, quer no seio social, quando somos o ombro amigo dos nossos amigos em sofrimento.

Porque no papel de cuidador tendemos muitas vezes a esquecer-nos de nós próprios, e porque, apesar disso, tanto o senso comum como todos os estudos no tema indicam o imperativo de cuidarmos de nós para podermos cuidar do outro saudável e adequadamente, deixo-vos uma lista de cuidados a ter connosco próprios que, segundo Norcross e Guy no livro Leaving it at the office : A guide to psychotherapist self-care, é importante que reconheçamos e que apliquemos:

  • Envolva-se em actividades de auto-cuidado no sentido de promover o seu bem-estar emocional, físico, mental e espiritual;
  • Valorize os elogios que lhe fazem;
  • Mantenha uma identidade individual independente do seu papel de cuidador;
  • Dê prioridade ao cuidar de si;
  • Desenvolva empatia para consigo próprio, reconheça e valide as suas necessidades;
  • Pratique consigo próprio o que tende a sugerir àqueles com necessidades semelhantes às suas;
  • Adopte estratégias diversificadas de auto-cuidado;
  • Invista no seu crescimento e desenvolvimento pessoal;
  • Monitorize regularmente se está a cuidar de si próprio;
  • Envolva-se em relações gratificantes;
  • Peça feedback às pessoas significativas da sua vida sobre quanto é que elas sentem que se está a sobrecarregar ou se sentem que está de facto a saber cuidar de si;
  • Agende um tempo no seu dia para cuidar de si;
  • Valorize-se enquanto pessoa.

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