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O contágio da felicidade

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Da Harvard Medical School chega-nos esta conclusão a felicidade é contagiosa, mas a tristeza não. E é contagiosa a um nível colectivo até 3 graus: se for feliz a sua rede relacional pode ser “infectada” até ao amigo do amigo do amigo, numa reacção em cadeia que pode ter efeito até 1 ano. A felicidade é um fenómeno colectivo!

 

De vizinhos do lado, passando por cônjuges e irmãos que vivem perto, até aos amigos e seus amigos, alguém que tem um incremento de felicidade consegue criar ondas de impacto à sua volta. Para si, que acha que isto do bem-estar é um tema de egoísmo, tem aqui uma resposta – cuidar de si e apostar na construção diária da sua felicidade é algo de profundamente altruísta. E para si que acha que o tempo não chega para ir desenvolvendo a sua rede social, pense duas vezes – quanto maior ela for, maiores são as probabilidades de receber o impacto do bem-estar dos outros – até de pessoas que não conhece. É, até, mais provável ser infectado pela felicidade de um amigo dum amigo dum amigo (5.6%) do que se tiver um aumento súbito de 5.000€ na sua conta bancária (2%). Como se não soubéssemos já que mais vale um bom amigo do que uma boa carteira 🙂

Refª: James H Fowler, Nicholas A Christakis. Dynamic spread of happiness in a large social network: longitudinal analysis over 20 years in the Framingham Heart StudyBritish Medical Journal, December 4, 2008

Graus relacionais e felicidade

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