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Excitação Sexual

Perturbações da Excitação Sexual


Perturbação da excitação sexual na mulher

É usualmente descrita pelas mulheres que dela sofrem como uma insuficiente ou ausente lubrificação vaginal, acompanhada por uma reduzida ou inexistente sensação de excitação, que se mantém durante toda a relação sexual.

Muitas vezes estas mulheres referem que se sentem como “uma máquina com falta de óleo” a cumprir uma qualquer tarefa comum desprovida de emoção, e que em vez de prazer, só conseguem obter desconforto, ardor e/ou dor da experiência sexual. Na maioria dos casos este problema surge associado a dificuldades do desejo e/ou do orgasmo. E é compreensível que perante a ausência de lubrificação, a secura provoque dor, levando ao fim antecipado do envolvimento sexual, ou até mesmo ao seu evitamento.

Critérios de diagnóstico de Perturbação da Excitação Sexual na Mulher

Causas Frequentes

Factores Orgânicos

Factores Psico-Sociais

Alterações Hormonais;
Doenças infecciosas, como por exemplo as Vulvovaginites;
Diabetes;
Doenças cardiovasculares;
Hipertensão;
Lesões pélvicas;
Radiações;
Tabagismo;
Medicação:
Antihistamínicos;
Anti-hipertensivos;
Antidepressivos;
Depressão; 

Ansiedade;

Problemas com a imagem corporal;

Baixa auto-estima;


Disfunção Eréctil no Homem

Apontada como o grande horror da sexualidade masculina a Disfunção Eréctil afecta cerca de meio milhão de homens em Portugal e cerca de 150 milhões em todo o mundo, verificando-se como um dos mais frequentes problemas em consulta de sexologia.

Caracteriza-se pela incapacidade do homem obter uma erecção adequada e mantê-la até ao final da relação sexual, e é causa de acentuado mal-estar e dificuldades interpessoais. Queixas de ausência total de erecção são raras, sendo mais comum existir uma erecção parcial, com queixas da sua perda mesmo antes da penetração, ou já durante esta fase do envolvimento sexual.

“Sou um falhado. Não sou homem não sou nada” (António, 44 anos);

“Sinto-me em queda livre… a todos os níveis” (Ricardo,50 anos);

“Tenho medo que ela vá procurar noutros aquilo que eu não lhe consigo dar” (Manuel, 37 anos);

“Tenho tanto medo de falhar que estou sempre a pensar nisto” (Rodrigo, 41 anos);

Ter disfunção eréctil ultrapassa em muito a perda da erecção. É perder a confiança, a virilidade, a auto-estima e de alguma forma a própria identidade. É um duro golpe no conceito de masculinidade e é assim frequente surgirem sentimentos de tristeza, culpa, insegurança e ansiedade, que em muito perpetuam o próprio problema.

Pode acontecer que um episódio isolado de perda de erecção desencadeie outros. Isto porque o medo de voltar a falhar é tão acentuado que toda a atenção do indivíduo se focaliza no seu desempenho, levando-o a experimentar pensamentos de ineficácia e estados de ansiedade elevados, que ao actuarem como “veneno da erecção” transformam-na numa é uma missão quase impossível. De realçar que a capacidade ejaculatória não está afectada, podendo ocorrer ejaculação mesmo perante uma perda total de erecção.

Critérios de diagnóstico da Perturbação da Disfunção Eréctil

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Causas Frequentes

Factores Orgânicos

Factores Psico-Sociais

Hipertensão;
Doenças cardiovasculares;
Diabetes;
Insuficiência renal;
Doença hepática;
Lesões na espinal medula;
Esclerose múltipla;
Epilepsia;
Doença de Peyronie;
Obesidade;
Álcool e Tabagismo;
Medicação:
Anti-hipertensivos;
Antidepressivos;
Tranquilizantes;
Medicação Hormonal
    Depressão; 

    Ansiedade;

    Expectativas negativas face ao desempenho sexual;

    Crenças negativas e conservadores face à sexualidade;

    Dificuldades no relacionamento conjugal;

    Problemas comunicacionais com o parceiro;


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