Até muito recentemente, uma pessoa com uma perturbação de desenvolvimento e comorbilidade com outras perturbações do foro mental, não era considerada “elegível” para realizar psicoterapia tradicional. Consequentemente, a expressividade emocional e os comportamentos desafiantes apresentados, como agressividade, gerados por doença mental, luto ou trauma, eram tradicionalmente controlados por uma abordagem medicamentosa em conjunto com algumas técnicas comportamentais, o que nem sempre ia ao encontro das suas ...
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