Amar na medida certa

Serei bonzinho demais?

Amar na medida certa é saber, na prática, harmonizar todo o excesso.

Alguma vez se perguntou “mas eu sou tão bonzinho porque é que isto correu tão mal?”

Ser bonzinho demais contribui para o desequilíbrio dos seus relacionamentos, o que não invalida que continue a ser empático.

A empatia, a capacidade de “calçar os sapatos da outra pessoa”, quando é sentida e praticada em excesso resulta em danos para o próprio.

 

Mas como assim?

 

COLOCA PRESSÃO SOBRE SI MESMO abrindo mão da sua liberdade pessoal e invadindo os seus limites de forma a apaziguar a outra pessoa;

 

ESQUECE-SE DE SI MESMO envolvendo-se inteiramente no bem-estar da sua parceria. Poderá abandonar atividades que reforçam quem é e minimizando o contacto com os seus amigos para cuidar do outro;

 

PENSA E FALA EM NOME DO OUTRO tirando-lhe autonomia.

 

A compreensão aguda é grave para os seus relacionamentos. Além de o cansar, por estar demasiado atento às necessidades do seu parceiro, também fará dele o seu filho. Amor maduro não é incondicional.

 

A sugestão passa por ficar mais no seu canto, retomar as suas pequenas coisas que o tornam quem é, e aprender a comunicar de forma autêntica.

Por melhores que sejam suas intenções é mesmo preciso equilibrar o seu comportamento, já que o sentir… uma vez empático, empático para sempre.

Maria Bartolomeu
Maria BartolomeuPsicoterapeuta corporal. Formadora
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2017-05-10T10:47:16+00:00 Maio 10th, 2017|Desenvolvimento Pessoal, Maria Bartolomeu, Relações|
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